Pérez-Reverte e um discurso para mostrar aos mais novos
Se não somos melhores pessoas por lermos, o ato da leitura dá-nos com toda a certeza a liberdade para construirmos novas e diferentes perspectivas.
Se não somos melhores pessoas por lermos, o ato da leitura dá-nos com toda a certeza a liberdade para construirmos novas e diferentes perspectivas.
A magia das relações humanas, acredito eu, vem através das boas práticas e dos valores certos, do altruísmo e da empatia.
O amor é uma trabalhareira. Mas hoje, quem é que está para isso?
Em quase todos os casais desta edição há pelo menos um que não se percebe muito bem o que está ali a fazer.
Uma semana depois de ter estado hospitalizado e em coma induzido, Ângelo Rodrigues concedeu uma “entrevista” a Salvador Martinha. Vimos 1h20m de conversa e fazemos-lhe o resumo possível.
Da política à televisão, passando pelo desporto, eis o que poderá acontecer nos próximos 12 meses.
Donald Trump é o 47º presidente dos Estados Unidos, regressando à Casa Branca depois de um interregno de quatro anos. E com uma vitória que tem tanto de imprevisível como de esmagadora.
Umas palavras para Francisco Monteiro (e para todos os gordos, mesmo os que, como o Francisco, não são gordos).
Sem glória e sem ABBA, com censura, repressão, ameaças, numa farsa podre, mascarada pelo lema “unidos pela música”. A 68.ª edição do Festival Eurovisão da Canção ditou o fim do certame como o conhecemos.
As mais recentes declarações do presidente da República não podem ser encaradas como um devaneio desbocado. Elas são sinal de que algo não está bem com o mais alto magistrado da Nação.
Esta crónica tem algumas asneiras. É ler e lidar. Ou então não ler. É-me igual ao litro.
Esta é uma carta aberta a todas as mulheres que nasceram em 2007, ano em que a interrupção voluntária da gravidez foi despenalizada.
Desde os anos 80 que os políticos portugueses têm mostrado a vida familiar para construir uma imagem de maior proximidade junto do eleitorado. Ao longo dos anos, as estratégias mudaram, mas o ceticismo do público também.
Pode uma pessoa ver o “Big Brother” e, mesmo assim, interessar-se por política? Um debate de quatro horas é mais esclarecedor do que um de 30 minutos? Questões que me apoquentam.
Novo ano, três momentos em que Portugal irá às urnas. O País atravessa mais uma crise política e o cenário para a próxima legislatura é complexo. Vale a pena entrar em 2024 com esperança?
Pedro Nuno Santos, recém-eleito secretário geral do PS, é, para quem tem uma visão simplista do País, “do norte”. Mas ser de São João da Madeira não é a mesma coisa que ser do Porto, de Braga, ou sequer de Espinho, terra natal de Luís Montenegro.
O presidente da República deu explicações sobre o seu envolvimento no caso das gémeas luso-brasileiras, que receberam tratamento preferencial no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. As explicações não convencem e pecam por insuficientes e tardias.
A aversão dos portugueses à chuva contrasta com a normalidade com que, por exemplo, os alemães fazem o seu dia a dia, mesmo que esteja a cair um dilúvio.
Justiça seja feita, é uma velhinha amorosa. Contudo, que coração de inquilino é capaz de descansar nos dias que correm?
Sim, é possível estar na posição mais confortável de todas, a de espectador, e não ter uma opinião formada sobre este assunto.
Há 1200 profissionais a ensinar sem terem competências para o fazer. A minha sugestão é que façamos o mesmo com o SNS. E tenho algumas sugestões.
Uma melga às quatro da manhã levou-me a tomar uma decisão de vida: quero ser como o Faria, o “chefe da dupla” que não deixa a namorada ir sozinha a uma discoteca.
O ministro da Educação garante que “vale a pena apostar” na carreira docente. Estas palavras fazem tanto sentido como eu estar sempre a levar com o Presidente da República de tronco nu na televisão.