Ben Affleck, Quentin Tarantino e outros 4 membros de Hollywood que sabiam dos crimes sexuais de Harvey Weinstein

Uma produtora desencorajou um dos jornalistas a escrever a história. “Ele não é culpado de nada pior que milhões de outros homens não tenham feito antes.”

Foi em outubro de 2017 que saíram as primeiras notícias que davam conta de uma série de crimes sexuais por parte de um dos mais famosos produtores de Hollywood: de acordo com duas reportagens do jornal “The New York Times” e da revista “The New Yorker”, Harvey Weinstein teria agredido, assediado ou violado mais de 12 mulheres.

Depois da publicação das reportagens, outras mulheres, muitas associadas à indústria do cinema, vieram a público com as suas histórias, como Rose McGowan e Asia Argento, que acusaram o produtor de as violar.

O sucedido deu início ao #MeToo, o famoso movimento contra agressão e assédio sexual das mulheres no local de trabalho, que despertou o mundo para o tema.

Agora, e de acordo com o novo livro de um dos jornalistas que escreveu uma das reportagens originais sobre Harvey Weinstein, vem a público que um conjunto de nomes sonantes de Hollywood sabia, alegadamente, da conduta imprópria do produtor — muito antes das reportagens serem publicadas em 2017.

Ronan Farrow, o autor do artigo da “The New Yorker” — que lhe valeu um prémio Pulitzer, em conjunto com as jornalistas Megan Twohey e Jodi Kantor, que escreveram a peça do “The New York Times” — e do livro “Catch and Kill”, afirma que atores como Ben Affleck, Susan Sarandon e ainda o realizador Quentin Tarantino, entre outros, tinham conhecimento das ações de Harvey Weinstein.

Na fotogaleria, descubra quem são os visados por Ronan Farrow, e as razões que o jornalista aponta no seu novo livro.

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