Lisboa. Centros comerciais e lojas regressam ao horário normal. Cafés continuam a fechar às 21h00

Para além das restrições aos cafés e similares, as bombas de gasolina continuam a ser proibidas de vender bebidas alcóolicas.

Devido ao grande aumento de novos casos em Lisboa e Vale do Tejo, esta zona do País sofreu restrições, mesmo quando muitas outras regiões já começavam a retomar o seu ritmo normal. No entanto, tudo muda esta sexta-feira, 21 de agosto, com o comércio na cidade de Lisboa a poder retomar os horários de funcionamento habituais, incluindo os centros comerciais.

A exceção são os cafés, que mantém ordem para encerrar às 21 horas. Também se mantém a proibição de venda de bebidas alcóolicas nos postos de combustíveis, embora estes possam retomar o horário de funcionamento pré-pandemia.

As informações foram confirmadas por uma nota da Câmara Municipal de Lisboa, que indica que serão “restabelecidos os horários de funcionamento praticados antes da pandemia para todos os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços, incluindo os que se encontrem em centros comerciais”.

No mesmo documento enviado à Agência Lusa, a autarquia avança que os estabelecimentos de restauração e similares, incluindo os que dispõem de entrega ao domicílio ou take-away, podem admitir clientes até à meia-noite, tendo de encerrar à 1h.

“O eventual incumprimento destas regras por algum estabelecimento conduzirá à revogação do restabelecimento do horário de funcionamento”, pode ler-se na nota da CML, que também refere que a polícia municipal vai continuar com as fiscalizações diárias aos estabelecimentos para garantir o cumprimento dos horários e regras de segurança decretadas pela Direção-Geral da Saúde.

A autarquia justifica a alteração de horários dos estabelecimentos comerciais com a melhoria da situação epidemiológica no concelho de Lisboa, salientando que se regista “um menor número de novos casos diários e que a generalidade dos agentes económicos adaptou o seu funcionamento às regras definidas pela Direção-Geral da Saúde”, considerando assim estarem reunidas “as condições para o alargamento faseado do período de funcionamento das atividades económicas da cidade”.

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