“Big Brother”. Bruno D’Almeida impulsionou alteração das regras de doação de sangue

Dentro da casa, o lisboeta pretende discutir temas como o machismo, homofobia e racismo. O concorrente é assertivo: “Não nos podemos calar perante injustiças”.

Bruno D’Almeida tem 31 anos, é lisboeta e arquiteto. Cresceu entre Paris e Castelo Branco e já viajou por vários locais do mundo.

Assume-se como “ativista” e, em 2021, conseguiu levar à Assembleia da República o debate sobre a discriminação dos homossexuais na doação de sangue, o que resultou na alteração das regras. Considera que “não nos podemos calar perante injustiças” e afirma: “Quando acreditamos, fazemos acontecer”.

O concorrente pretende “aproveitar o tempo de antena” para discutir temas que considera “muito importantes para a sociedade”: machismo, homofobia e racismo. “Nunca ninguém discutiu comigo e saiu a ganhar”, confessa Bruno.

“Desde pequenino sempre me foi exigida a perfeição”, afirma na sua apresentação. “Fui criado para ser um ‘betinho’.” Atualmente forma “uma família de três”, com os dois cães.

Bruno D’Almeida é concorrente do “Big Brother”, que estreou este domingo, 12, conduzido por Cláudio Ramos e Manuel Luís Goucha.

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