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Mulher ouviu dos médicos que era alérgica ao glúten. Afinal, tem cancro e 5% de hipóteses de sobreviver

A situação clínica da mulher de 27 anos foi desvalorizada pelos médicos, que lhe disseram que tinha apenas uma alergia ao glúten. Na realidade, luta contra um cancro do cólon em estadio IV e tem poucas hipóteses de vencer a doença.

Shannin Desroches, enfermeira de 27 anos, ouviu do médico de família que tinha apenas uma alergia ao glúten. No entanto, o diagnóstico é muito mais grave e está a lutar contra um cancro. Agora, a jovem precisa de ajuda para pagar uma operação que lhe pode oferecer esperança.

A história remonta a 2023, tal como contou à revista “People”. As dores que inicialmente pareciam ser apenas um incómodo levaram-na a procurar ajuda médica, e foi aí que o pesadelo começou. Depois de insistir com vários profissionais de saúde, somente em abril de 2024 é que foi diagnosticada com cancro. Partilhou que todos os médicos com quem falava lhe diziam: “está bem, é jovem, é saudável, isto não é nada de grave”. Mas era.

“Eu tinha um tumor de Krukenberg no meu ovário direito, o que significa que tinha metástases de outro lado, por isso removeram-me o ovário e o tumor. Depois removeram-me 13 gânglios linfáticos da minha parede abdominal, e 11 deram positivo com cancro. O meu fígado estava coberto de tumores”, explicou.

Depois de um longo processo de operações e de começar os tratamentos de quimioterapia, Shannin relatou que teve outro susto: entrou em choque anafilático durante uma das sessões. “Tentámos mais uma ronda de quimioterapia. Deram-me esteroides e Benadryl antes, só para o caso de ter uma reação, mas tive uma imediatamente. O meu oncologista disse que tínhamos de parar porque o corpo estava a dizer ‘já chega’”, recordou a enfermeira.

Recentemente, a jovem soube que poderia ter a oportunidade de realizar uma cirurgia inovadora que poderia salvar a sua vida. Quer realizar operação que consiste numa bomba de infusão arterial hepática (HAI) que coloca quimioterapia diretamente no fígado. No entanto, a luta ainda não terminou.

“No Canadá, não farão a cirurgia se eu tiver cancro fora do fígado. E tenho um pequeno tumor no ovário esquerdo a começar e é isso que me está a impedir de fazer a cirurgia”, referiu. Além disso, enfrenta desafios financeiros e burocráticos que ameaçam adiar a sua operação. A jovem de 27 anos partilha frequentemente no TikTok vários detalhes da sua história e iniciou um GoFundMe na esperança de conseguir arranjar ajuda financeira para pagar a quantia. Enquanto luta pela vida, é considerada uma doente paliativa. “O meu oncologista disse-me que tenho menos de 5% de hipóteses de sair vitoriosa disto. Eu quero ser esses 5%”, disse.

 

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