Após acidente da filha de 7 anos, Inês Mocho é traída pelo braço direito. “O maior pesadelo de qualquer empresário”

A empresária recorreu às suas redes sociais para contar como tem sido o seu último ano. Saiba o que aconteceu.

O ano de 2025 começou com grandes planos para Inês Mocho, mas rapidamente se tornou, “no maior pesadelo” da sua vida. A maquilhadora e empresária partilhou esta quinta-feira, 23 de outubro, um vídeo no Instagram onde falou, pela primeira vez, sobre o difícil ano que tem vivido, marcado por problemas familiares e uma traição profissional.

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“2025 tinha tudo para ser o meu melhor ano. O meu e o da minha empresa, mas rapidamente se tornou no meu maior pesadelo e hoje eu vou partilhar tudo convosco”, começou por dizer a criadora da Inês Mocho Academy.

No vídeo, a maquilhadora recordou o percurso que a levou a fundar a sua academia, um projeto nascido pela paixão da maquilhagem e do investimento pessoal que fez em formações internacionais em Los Angeles, Paris, Londres e Nova Iorque. O objetivo era crescer e expandir o negócio este ano, com a abertura de uma nova academia no norte do País.

Mas, segundo contou, tudo mudou logo no início do ano. “Aconteceu um dos maiores pesadelos que qualquer mãe pode ter: a minha filha teve um acidente muito grave com uma bicicleta e precisou de ser submetida a uma cirurgia”, revelou Inês Mocho, referindo-se à filha, Leonor, de 7 anos.

Durante esse período, a empresária afastou-se naturalmente do trabalho para estar com a filha no hospital. Quando regressou, acreditava que o pior já tinha passado, mas acabou por enfrentar um segundo problema, mas desta vez no ramo profissional.

“Deparo-me com o maior pesadelo de qualquer empresário: a traição do meu braço direito”, contou. “A pessoa que trabalhava comigo há mais de cinco anos, que tinha acesso a todo o meu know-how, ao meu método e à estrutura da academia, passa este projeto inteirinho para outra empresa e implementa assim uma nova academia”, acrescentou.

Inês Mocho afirmou ainda ter descoberto cópias diretas de regulamentos, materiais e conceitos criados por si noutra empresa, descrevendo a situação como uma apropriação indevida de propriedade intelectual.

“Adoro inspirar outras pessoas e fico feliz quando dizem que se inspiram em mim. Mas inspiração não é cópia, nem muito menos apropriação ilegal”, sublinhou.

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