Ao longo da história, os casamentos reais destacaram-se não só pela importância dos eventos, mas também por aquilo que as noivas vestiam. Estes são alguns dos vestidos mais memoráveis.
Ao longo da história, os casamentos reais têm sido muito mais do que meras cerimónias oficiais, tendo-se tornado autênticos momentos de moda que atravessam gerações e entram para o imaginário coletivo. Os vestidos usados por noivas da realeza não refletem só o gosto pessoal de quem os veste, mas também o espírito do seu tempo, o peso da tradição e, muitas vezes, mensagens subtis sobre modernidade, poder ou rutura. E o que não falta são vestidos icónicos.
O primeiro que nos vem à cabeça é o modelo pomposo com que a princesa Diana, em 1981, subiu ao altar da Catedral de São Paulo, em Londres, para dar o nó com o agora rei Carlos III. Com mangas volumosas, uma saia exuberante e uma cauda de 7,6 metros (a mais longa alguma vez usada por uma noiva da realeza britânica), o vestido de tafetá de seda tinha a assinatura de David e Elizabeth Emanuel e era um reflexo claro da exuberância dos anos 80.
Em contraste, o vestido de Isabel II, criado por Norman Hartnell em 1947, destacou-se pelo romantismo e pelo simbolismo. Estava cheio de bordados florais e espigas de trigo, que representavam esperança num Reino Unido ainda a recuperar da Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, em 1960, a princesa Margarida optou por um vestido surpreendentemente minimalista para a época, igualmente assinado por Hartnell.
Mas as opções não se ficam por aqui. Grace Kelly, a atriz norte-americana que surpreendeu o mundo ao casar-se com o príncipe Rainier III do Mónaco, em 1956, também faz parte desta lista, assim como Kate Middleton, que recuperou os códigos clássicos da realeza britânica com um Alexander McQueen assinado por Sarah Burton, bem como a rainha Letizia de Espanha, que se casou com Filipe IV em 2004.