Ex-concorrente de reality acusa creche de expulsar o filho após chamar “incompetente” à direção

Um confronto entre João Menezes,, ex-concorrente de “Quem Quer Namorar com o Agricultor”, e a direção da creche do filho terá culminado na rescisão imediata do contrato com a instituição. Saiba tudo.

João Menezes, antigo concorrente da primeira edição de “Quem Quer Namorar com o Agricultor”, da SIC, recorreu às redes sociais para denunciar aquilo que descreve como a expulsão do filho da creche que frequentava. Segundo o próprio, a decisão terá surgido depois de ter questionado a forma como a instituição funcionava no dia a dia e de ter entrado em conflito com a direção.

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Num longo desabafo partilhado online, o madeirense começa por refletir sobre o impacto da paternidade na sua forma de ver o mundo. “Há momentos na vida em que temos de falar e expor as injustiças e maldades que nos rodeiam, e que muitos presenciam e vivenciam silenciosamente. Ser pai mudou a minha perspetiva sobre algumas questões da vida, mas não mudou a minha indignação perante situações e pessoas que não merecem a consideração de ninguém”, escreveu.

João Menezes afirma que o afastamento do filho da creche terá sido uma consequência direta da sua postura crítica. “Falo-vos de um caso em concreto: o meu filho foi expulso da creche por minha culpa“, assume, explicando que tudo aconteceu depois de ter confrontado a direção sobre situações com as quais não concordava.

Apesar de garantir que confiou o filho à instituição, acusa a liderança de abuso de poder. “Quando pessoas com mau ímpeto estão à frente destas instituições, sentem um poder tremendo por nos ‘terem na mão’, por sentirem que precisamos desesperadamente deste serviço, e usam e abusam desse pseudo-poder a seu belo prazer, a manipular e mal tratar os pais, que sempre sucumbem a estas intimidações, por necessidade e desespero.”

De acordo com o antigo concorrente do programa da SIC, o momento decisivo terá ocorrido durante uma reunião de pais, na qual chamou “incompetente” à direção da creche. Pouco tempo depois, terá sido informado de que deveria retirar o filho da instituição. “Por favor, tirem o vosso filho desta instituição”, relata ter ouvido.

A situação agravou-se nos dias seguintes, quando João Menezes diz ter sido surpreendido por uma carta enviada por um escritório de advogados. “Após alguns dias, para meu espanto e total incredulidade, fui notificado por carta de escritório de advogados a indicar que a direção da escola tinha deliberado que eu estava proibido de entrar na instituição por colocar em causa o bem-estar das diretoras da instituição! Pasme-se!”, escreveu.

Segundo o próprio, a decisão culminou numa rescisão imediata do contrato. “Recentemente recebi uma comunicação do mesmo escritório de advogados a comunicar a rescisão unilateral do contrato com efeitos naquele mesmo dia, e que se deixássemos o nosso filho no dia seguinte na instituição, iriam solicitar a intervenção da CPCJ alegando abandono de menor“, revelou.

No final do desabafo, João Menezes resumiu a situação. “Resumindo, o meu filho foi expulso da creche e nós rotulados como pais discriminatórios, com uma punição exemplar. Pelo meu filho, não me posso calar. O difícil não é provar uma verdade, é provar uma mentira. E esta é a minha verdade”, concluiu.

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