Elko foi resgatado de um abrigo e, desde então, embarcou numa viagem pelo mundo inteiro com o seu dono. As aventuras estão longe de terminar.
William Atek trabalhava num trabalho corporativo em Los Angeles. Tudo mudou em 2022, quando um abrigo local ligou a dizer que precisavam de um lar temporário para um cão que tinha sido resgatado. A partir desse momento, a vida dos dois ganhou um novo rumo.
“Eu não fazia ideia do que estava a fazer”, disse William Atek, em entrevista à “People”. Pela primeira vez tinha um cão para cuidar e, o que começou por ser um lar temporário, rapidamente se tornou no para sempre de Elko.
Poucos meses depois, William Atek deixou o trabalho, arrumou as coisas e comprou um bilhete só de ida para a Tailândia, para onde foi com Elko. “Eu sempre tive medo de viajar sozinho”, afirmou William Atek.
“Mas depois percebi que nunca mais estaria realmente sozinho. Tinha o Elko. Ele deu-me a coragem de dar um salto e mudar a minha vida. Ele esteve comigo nos altos e baixos, nos momentos bons e no maus”, continua.
Aos dois companheiros juntou-se a namorada de William Atek, Heather Borngesser, e juntos começaram esta aventura que partilham no Instagram, sempre com Elko presente. A conta já tem 254 mil seguidores. São agora nómadas digitais a tempo inteiro.
Elko é descrito como um cão tranquilo durante as viagens, que não entra em pânico. Um dos maiores problemas que o casal sente que enfrenta são as situações e pessoas que encontram pelo caminho. “Viajar com um cão requer uma preparação em excesso”, afirma William Atek.
“As companhias aéreas e os hotéis podem ser inconsistentes. Um funcionário do portão pode dizer que está tudo bem, outro pode dificultar tudo. Pode ter-se toda a documentação necessária e eles nunca perguntarem sobre ou podem tornar tudo muito difícil. Faz parte da aventura”, completa.
Na Europa, por exemplo, existem regras próprias. Para o casal viajar com Elko, tiveram de obter um certificado de saúde da União Europeia, que custa cerca de 430,81€ e que visa comprovar as vacinas e o microchip do animal. Posteriormente, Elko passou a ter um passaporte para animais da União Europeia, que já incluía tudo.
Apesar de tudo, William Atek afirma que viajar com Elko tem sido a melhor experiência da sua vida. “Ele mudou completamente a minha vida”, assegura.
