Aos 31 anos, este dador de esperma já foi pai de 61 crianças e tem, pelo menos, mais 9 a caminho

Esta é a história de Kyle Gordy, que há quase 10 anos doa esperma de graça para ajudar mulheres solteiras e casais a terem filhos, sem que tenham de passar por um banco de esperma. Das 61 crianças pelas quais foi responsável, já conheceu 11.

Kyle Gordy é o oposto de um assassino em série. Parece estranho, mas calma, porque basta vermos as coisas desta forma: um assassino em série tira a vida das pessoas, certo? Este homem faz exatamente o contrário. Isto porque, pelo facto de ter contribuído com o seu esperma, é responsável por ter já dado vida a várias dezenas de crianças. É um dador de esperma em série, vá.

Aos 31 anos, Kyle afirma já ter doado o seu esperma a mais de 150 famílias pelo mundo fora e, todos os meses, recebe cerca de 50 mensagens a requisitar os seus serviços, segundo a “LAD Bible”. Não é por acaso que em todas as suas redes sociais apregoa aquilo que faz – e até tem um blog, intitulado “Be Pregnant Now” [“engravide agora”, em português], onde divulga este passatempo e através do qual os interessados podem entrar em contacto consigo.

Por detrás desta missão, há uma premissa que a alicerça. O homem diz que faz estas doações para “ajudar mulheres solteiras e casais a terem filhos sem que tenham de passar por um banco de esperma e pagar taxas exorbitantes”, avança a mesma publicação. “Gosto de ajudar as pessoas e de ver os miúdos a crescerem e a serem felizes – é provavelmente o melhor desta situação”, continua.

Tendo isto em conta, já foi pai biológico de 61 crianças e diz que estão a caminho mais nove. “Talvez haja mais uma [mulher] que esteja grávida, portanto serão por volta de 7o [crianças]” no total, afirma o homem. A primeira vez que doou esperma foi em 2014, a um casal de mulheres de quem era amigo – e, nestes últimos anos, conheceu apenas 11 de todas as crianças que nasceram graças a si.

Se recebe algum dinheiro com isto? Ainda que aceite doações no seu blog, Kyle Gordy diz que não. “É completamente gratuito. Eu só me voluntario – é caridade, acho que podemos dizê-lo desta forma”, explica, citado pela mesma publicação. “Eu não o faço pelo dinheiro, porque não acho que isso esteja certo. Quero que as crianças cresçam a saber que fiz isto porque quis ajudá-las”, conclui.

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