As zonas mais afetadas até ao momento foram, sem ser a Área Metropolitana do Porto, a Grande Lisboa, Alto Minho, Região de Aveiro, Coimbra e Leiria. Entenda o que se está a passar.
O mau tempo não deu tréguas depois da tempestade Ingrid. Desde a manhã de segunda-feira, 26 de janeiro, que Portugal continental está a enfrentar a depressão Joseph, que chega com muita chuva, neve, vento e agitação marítima, e que já conseguiu fazer vários estragos por todo o País – e, segundo o IPMA, os efeitos não vão parar. Ao que tudo indica, “sucessivas ondulações frontais” poderão acontecer “até ao fim de semana”, pelo que o melhor é mesmo estar atento às mudanças na sua zona.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, de acordo com o jornal “Correio da Manhã“, registou entre a meia-noite e as 07:45h desta terça-feira, 27 de janeiro, quase 500 ocorrências relacionadas com o mau tempo, com a maioria a ser registada na Área Metropolitana do Porto. Várias das ocorrências tinham que ver com quedas de árvores e inundações, além de quedas de estruturas e movimentos de massa, sendo que uma árvore, segundo o “Expresso“, caiu em cima do Metro do Porto, o que levou à suspensão da circulação.
No entanto, encontra-se uma pessoa desaparecida no sul do País. Em Silves, uma mulher terá caído ao Rio Arade no início da manhã desta terça-feira, tendo o alerta sido dado às 07h19. Ao que tudo indica, de acordo com o CM, a mulher, cujo nome e idade ainda são desconhecidos, terá sido arrastada pela forte corrente, e as buscas continuam com três barcos dos Bombeiros de Silves e da Autoridade Marítima e com operacionais da GNR e dos bombeiros em terra. Também foram acionados drones.
Já em Ponte de Lima, dezenas de habitações foram afetadas por inundações durante a noite, segundo o “Expresso”, e em Oeiras, Lisboa, um casal e três filhos menores ficaram desalojados depois de uma derrocada, estando agora a viver num hostel em Carcavelos, depois da intervenção da Câmara Municipal de Oeiras.
Também se sabe que, por volta das 7 horas, estavam 25 estradas nacionais e municipais interditadas por causa do mau tempo, e as zonas mais afetadas até ao momento foram, sem ser a Área Metropolitana do Porto, a Grande Lisboa, Alto Minho, Região de Aveiro, Coimbra e Leiria.
