Máscaras e rastreios continuam nas escolas, mas regras de isolamento são mais flexíveis

De acordo com o novo referencial da DGS publicado esta terça-feira, 31 de agosto, as regras de isolamento vão ser mais flexíveis. Contactos considerados de baixo risco ou que testem negativo não devem ficar em casa.

A duas semanas do regresso às aulas, a Direção-Geral da Saúde (DGS) decidiu rever as orientações sobre o isolamento profilático de contactos de baixo risco que se tornaram agora mais flexíveis para o próximo ano letivo.

No âmbito das medidas de combate à pandemia da COVID-19 previstas para as escolas, sabe-se agora que turmas inteiras já não vão ser obrigadas a ficar em casa durante duas semanas sempre que seja detetado um caso positivo, avança o jornal “Observador”.  Este era um método que estava em vigor desde abril, quando a DGS reviu o protocolo de atuação para essas situações.

Segundo o referencial publicado esta terça-feira, 31 de agosto, na página da DGS, em situação de “cluster” ou surto, as autoridades de saúde podem determinar o encerramento de uma ou mais turmas ou zonas da escola, ou de todo o estabelecimento de ensino.

Ainda assim, “os contactos de baixo risco e/ou os contactos de contactos cujos testes sejam negativos devem interromper o isolamento profilático, retomando a respetiva atividade letiva”, cita o mesmo jornal.

Apesar de estipulada esta mudança, a grande maioria das regras de segurança sanitária, como a utilização obrigatória de máscara a partir dos 10 anos, mantêm-se. À semelhança do ano letivo passado, quando as escolas reabriram em abril, vai também repetir-se a realização de rastreios antes do início das aulas a professores e funcionários de todos os níveis de ensino e aos alunos a partir do 3.º ciclo.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.
Scroll to Top