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Telemóvel de Claudisabel foi encontrado ligado e com quatro chamadas não atendidas

Os bens de Claudisabel foram projetados do seu veículo na sequência do embate com outro carro. O telemóvel foi encontrado pelo INEM na noite do acidente, ainda com o ecrã iluminado e quatro chamadas não atendidas.

Claudisabel morreu aos 46 anos, a 19 de dezembro do ano passado, vítima de um acidente de viação na A2, junto a Alcácer do Sal. O impacto do embate foi de tal forma violento que os bens pessoais da artista foram projetados para fora do veículo.

O “Correio da Manhã” revelou esta manhã que o INEM encontrou o “telemóvel da cantora no meio das ervas, com o ecrã iluminado”. O Núcleo de Investigação de Acidentes da GNR de Grândola já tem o telemóvel para investigação. “Tinha quatro chamadas não atendidas: três da mãe – estaria a falar com a filha no momento do embate – e outra de um homem”, avançou a publicação.

A mãe de Claudisabel ia ao telefone com a filha no momento do acidente. Era costume acompanhá-la para todos os concertos, mas naquele dia não o fez por estar doente. Raquel Madeira, mãe da cantora, estava em chamada com a artista para lhe fazer companhia enquanto esta voltava de Castanheira de Pêra, onde tinha atuado no programa “Domingão” da SIC.

“Ela estava a sentir-se indisposta e vinha a falar em alta voz para ter companhia”. A cantora morreu ao telefone com a mãe. “Ouvi um estrondo e nunca mais ouvi nada”, disse ao “Correio da Manhã“.

As causas da morte ainda não são conhecidas. Sabe-se apenas que o condutor que embateu contra o veículo da cantora portuguesa acusou álcool no sangue numa taxa considerada crime.

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