Vídeo de ama a agredir criança gera indignação. Autoridades já têm conhecimento do caso

Um vídeo de uma ama a agredir uma criança num centro comercial está a circular nas redes sociais e a indignar os utilizadores. Figuras públicas como Catarina Gouveia apelam a que os seguidores intervenham nestas situações.

Está a circular um vídeo nas redes sociais de uma ama a agredir uma criança, num restaurante de um centro comercial, fazendo-a chorar. Inês Rafaela, a pessoa que presenciou o momento e o gravou, revelou que a mulher comeu à frente do menino, não lhe dando comida nem água quando este pediu, e que lhe chamou vários nomes. O caso está a gerar indignação nas redes sociais.

Veja o vídeo.

Catarina Gouveia partilhou esta situação na sua conta de Instagram. “Não consigo não partilhar este vídeo que me parte o coração. Estamos a assistir a um crime, sim, isto é um crime, punido com pena de prisão, impavidamente, em pleno centro comercial em 2023? Ninguém fez nada. Violência física ou emocional contra outra pessoa, seja adulto ou criança, é um crime e merece intervenção imediata! Chamar logo a polícia. Por favor, que identifiquem logo esta pobre criança e os seus responsáveis”, escreveu a atriz.

Catarina Gouveia
créditos: instagram

Num vídeo publicado pela atriz nos stories, esta revela ter ficado “em estado de choque com a brutalidade” e a “violência” a que assistiu, apelando aos seguidores a que intervenham sempre que presenciarem “uma cena destas”, chamado a “polícia, o segurança do centro comercial” ou alguém para ajudar. “Não podemos continuar a normalizar e a achar que isto é normal”, afirmou.

Inês Rafaela, depois de apagar do Tiktok o vídeo da agressão, informou que “os pais do menor já foram contactados” e que estes “estão tristes”. “A polícia foi chamada ao local no ato, fomos identificados como testemunhas e inclusive outras pessoas também. Agimos no local para proteger esse bebé lindo”, afirmou.

A MAGG contactou a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Oeiras que nos confirmou que já tiveram “conhecimento” do caso. Contudo, não revelaram mais detalhes, dado que os “processos são sigilosos”.

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