COVID-19. Há mais 55 mortes e um 6.602 novos casos de infeção em Portugal

A Direção-Geral da Saúde acaba de atualizar o boletim epidemiológico deste sábado, 14 de novembro, referente à evolução do surto do novo coronavírus em Portugal.

Há mais 55 mortes e 6.602 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados este sábado, 14 de novembro, pela Direção-Geral da Saúde, no novo boletim epidemiológico. Estão 2.798 pessoas internadas, menos uma pessoa do que esta sexta-feira. Há ainda 25 pessoas nas unidades de cuidados intensivos, perfazendo o total de 413. 

Estes números surgem no primeiro fim de semana onde se aplicam as novas medidas de contingência face à COVID-19, que entre outras, ditam um recolher obrigatório entre as 13 horas e as 5 horas da madrugada, para os 191 concelhos assinalados como de alto risco.

Esta medida em especial impossibilita os restaurantes de abrirem para almoços e jantares este fim de semana, e a partir das 13h, apenas o delivery (próprio ou através de aplicações) pode funcionar. As novas regras causaram a indignação do setor da restauração, que se reuniu numa manifestação na tarde desta sexta-feira, 13 de novembro, na Avenida dos Aliados, no Porto.

Os ânimos exaltaram-se na manifestação do movimento “A Pão e Água”, que reuniu profissionais do setor da restauração e do comércio. De acordo com a SIC Notícias, que estava em direto da Avenida dos Aliados quando o momento se deu, os confrontos aconteceram de repente, num protesto que estava a decorrer de forma serena.

As autoridades adiantaram à SIC Notícias que acabaram por não fazer qualquer detenção, mas que a intervenção aconteceu após manifestantes se terem desentendido e também depois de o distanciamento físico ter sido quebrado, se terem gerado vários ajuntamentos e terem sido ateados fogos no local. Uma versão contrariada pelos organizadores, que garantem que não houve quaisquer confrontos entre pessoas em protesto.

Cerca de 500 pessoas juntaram-se para protestar esta sexta-feira contra as medidas decididas pelo governo de António Costa relativamente ao setor da restauração e da hotelaria que, recorde-se, vê os horários de abertura dos estabelecimentos reduzidos nos próximos dois fins de semana, após ter sido decretado um novo estado de emergência.

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