Estudante suspeito da morte de Beatriz Lebre recusa-se a ter apoio psiquiátrico

Rúben Couto recusou as consultas com um psiquiatra, mas não descartou a hipótese de poder recorrer ao apoio.

Depois de Rúben Couto ter ficado a conhecer este sábado, 30 de maio, que vai ficar em prisão preventiva, ao voltar para Estabelecimento Prisional de Lisboa terá recusado o apoio psicológico que lhe foi proposto, avança o “Correio da Manhã“.

A recomendação foi feita por um enfermeiro da cadeia, que além de referir que é uma especialidade médica de que a Direção-Geral dos Serviços Prisionais dispõe, terá indicado que um psiquiatra poderia ser rapidamente disponibilizado. Contudo, o acusado dos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver da colega de mestrado Beatriz Lebre terá recusado e dito, com alguma frieza, relata o jornal, que poderia vir a precisar desse apoio médico específico, mas não para já.

De recordar que Rúben Couto, 25 anos, esteve 48 horas internado no Hospital de São José, em Lisboa, devido a uma tentativa de suicídio. O jovem suspeito do crime foi encontrado a 27 de maio pelos guardas prisionais da cadeia anexa à sede da PJ, em Lisboa, com cortes profundos nos dois pulsos, que obrigaram a uma operação.

Agora, a cumprir pena no Estabelecimento Prisional de Lisboa, o suspeito da morte de Beatriz Lebre, de 23 anos, foi encaminhado para a ala F, numa cela do 1.º piso, designada para zona de quarentena profilática de reclusos recém-admitidos, onde, de acordo com o “CM”, deverá passar as próximas duas semanas. Apenas um piso acima, no mesmo estabelecimento prisional, está Edy Barreiros, suspeito da morte do rapper Mota Jr.

Sabe-se que Rúben Couto terá uma hora de recreio diário, juntamente com parte dos outros 44 reclusos que também estão a cumprir prisão preventiva.

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