Maria Custódia Amaral está desaparecida desde segunda-feira, dia 19 de janeiro. Uma denúncia anónima aponta para um possível sequestro. Saiba os detalhes do desaparecimento da agente imobiliária.
A filha da atriz Delfina Cruz, Maria Custódia Amaral, está desaparecida há mais de 48 horas. A GNR recebeu uma denúncia anónima sobre o seu desaparecimento, a qual já foi comunicada e que resultou na intervenção no terreno da Polícia Judiciária da Unidade de Contraterrorismo.
O desaparecimento foi confirmado por uma fonte oficial da GNR ao “Correio da Manhã”. Segundo a força de segurança, Maria Custódia Amaral, residente nas Caldas da Rainha, foi vista, pela última vez, na segunda-feira, 19 de janeiro.
O último contacto com o namorado e familiares terá sido no domingo, dia 18 de janeiro, um dia antes do desaparecimento. A agente imobiliária terá dito que iria ao balcão da Remax, na Lourinhã, no dia seguinte, local onde trabalha, para participar numa angariação de uma habitação para venda. No entanto, não compareceu, nem avisou os colegas que não iria estar presente.
O namorado foi o primeiro a perceber o sucedido, pelo que deslocou-se de imediato ao posto da GNR da Lourinhã para participar o desaparecimento, alertando que o telemóvel de Maria Custódia Amaral encontrava-se desligado.
Passado dois dias do desaparecimento, na quarta-feira, dia 21 de janeiro, a GNR terá recebido uma denúncia anónima, proveniente da zona da Lourinhã. A informação recebida durante a noite terá levado a Polícia Judiciária a abrir uma investigação sobre o desaparecimento da filha da atriz Delfina Cruz.
A denúncia apontava para a possibilidade de a agente imobiliária ter sido sequestrada. Por esse motivo, a Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT), responsável pela investigação deste tipo de crimes, assumiu a investigação.