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Uma nova vida até ao Natal sem restaurantes, sem bares e sem hotéis. O outro lado do drama espanhol

A ministra do Trabalho e da Economia Social já veio anunciar que o setor do turismo e restauração só deverá regressar ao funcionamento normal no final do ano. Já morreram mais de 21 mil pessoas em Espanha devido ao COVID-19.

Espanha é um dos países mais afetados pelo novo coronavírus. Com mais de 198 mil casos diagnosticados, e também mais de 21 mil mortes confirmadas, à data de 20 de abril, a nação espanhola tem uma das maiores taxas de letalidade no mundo no contexto do COVID-19.

Por tudo isto, e apesar de já estar em marcha por parte do governo espanhol um plano gradual para recuperar a atividade económica e um regresso ao trabalho, que deverá acontecer em duas fases — a primeira até ao verão, para o tecido produtivo, e uma segunda fase que se deverá prolongar até ao final de 2020  —, Yolanda Díaz, a ministra do Trabalho e Economia Social, já veio anunciar que áreas como o turismo e restauração só deverão voltar à normalidade por volta da época do Natal.

A ministra espanhola explicou ao “El Mundo” que estas áreas, assim como a cultura e o lazer, enfrentam “enormes dificuldades”, e que estão a ser preparadas novas medidas de apoio aos setores em questão. Mas alertou que o verão não é encarado como um ponto de viragem para restaurantes, bares e hotéis recuperarem a sua atividade a 100 por cento.

“O ministério do Trabalho e da Economia Social está a trabalhar em duas fases para reabrir os setores mais afetados”, afirmou Yolanda Díaz à mesma publicação, realçando que o regresso à “normalidade se prolongará até ao final do ano”.

 Atualmente, mais de 77 mil espanhóis já recuperaram da infeção pelo novo coronavírus.

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