Crónica. Tu não és a última bolacha do pacote
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que não percebe os que se recusam a trabalhar para viver à conta do Estado.
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que não percebe os que se recusam a trabalhar para viver à conta do Estado.
“Somos uma geração consciente, cautelosa e acima de tudo escaldada”, escreve a millennial Ana Teresa Santos. Leia a crónica.
A cronista Ana Teresa Santos decidiu que quer ter casa própria. E percebeu que esta vai ser a luta de uma vida.
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que gosta de pessoas que não têm medo de ser vulneráveis ou de admitir as suas falhas.
A cronista Ana Teresa Santos não tem dúvidas de que a felicidade dos outros incomoda muita gente.
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que ainda acredita que pode mudar o mundo. Escreve semanalmente na MAGG. Leia a crónica.
Na Queima das Fitas do Porto, uma jovem foi alegadamente violada. Na internet há quem diga que a culpa é dela porque bebeu demais.
A cronista Ana Teresa Santos recorda a mãe e a saudade que sente por já não a ter a seu lado. Escreve semanalmente na MAGG. Leia a crónica.
Ana Teresa Santos estava numa reunião quando sentiu a inspiração de escrever este texto. Uma carta aberta a todos os que pensam em desistir.
A cronista da MAGG Ana Teresa Santos passou uma semana em Chamonix a testar o novo Samsung.
A cronista Ana Teresa Santos recorda o dia em que visitou uma casa abrigo da Santa Casa da Misericórdia para vítimas de violência doméstica.
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que ainda acredita que pode mudar o mundo. Escreve semanalmente na MAGG. Leia a crónica.
Por dinheiro não vale tudo. Não vale a nossa luta, a nossa emancipação, os nossos anos nas ruas de pulso erguido e mãos ao ar.
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que ainda acredita que pode mudar o mundo. Escreve às quintas-feiras na MAGG. Leia a crónica.
Foi tão bom crescer a fazer de conta que acreditava que o meu pai era o Pai Natal e vinha da chaminé da casa grande.
Quero que se lixem os moralismos de lana-caprina, os regulamentos internos com que cobardemente se escondem e se defendem uns aos outros.
O mundo digital obriga-nos a crescer à pressa e à perfeição. Leia a segunda crónica de Ana Teresa Santos, que se assume uma refém lutadora.
Uma esplanada precisa é de amigos, não é de cocktails. Leia a crónica de Ana Teresa Santos, uma lisboeta que quer resgatar a cidade.