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Camilla rompe com tradição de séculos e acaba com as damas de companhia

Esta é uma atualização do título de uma função que está em voga desde a Idade Média. A par desta mudança, as companheiras da rainha consorte passam a desempenhar um papel menos ativo enquanto suas conselheiras.

Desde a morte de Isabel II, em setembro, algumas tradições têm sofrido mudanças no Palácio de Buckingham (e não só), conferindo-lhe, aparentemente, uma maior modernidade. Primeiro, foi o rei Carlos III, com a proibição do foie gras, uma iguaria que consiste em fígado de patos alimentados até à exaustão. Agora, é a rainha consorte a renovar uma tradição.

É que Camilla está a acabar com as damas de companhia (ou seja, as assistentes pessoais da rainha), assinalando o fim de uma tradição que já dura há séculos, mais precisamente desde a Idade Média. O cargo não vai deixar de existir por completo, mas vai sofrer uma modernização, a começar pelo próprio título. 

Assim, as pessoas que desempenham este cargo passam a chamar-se companheiras da rainha, avança a “BBC News”. A par desta mudança, as assistentes também estarão menos presentes, quando comparada com a frequência a que o cargo anterior obrigava, acrescenta a mesma publicação.

Isto significa que as companheiras vão ter funções menos formais, acompanhando a monarca em compromissos oficiais, mas sem planear o quotidiano de maneira tão vincada. No antigo cargo, as damas de companhia acumulavam as funções de conselheiras e secretárias, algo que cai por terra com estas alterações.

Esta mudança vai ser colocada em prática a partir da próxima semana, que se inicia a 28 de novembro, aquando de um evento em que a rainha consorte receberá ativistas contra a violência doméstica e contra a mulher. Ao mesmo tempo, as seis mulheres que vão desempenhar esta função já foram escolhidas e todas elas pertencem ao círculo íntimo dos monarcas, avança o “Daily Mail”.

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