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“Como é que o Bicho Mexe” começa mais cedo e vai ter convidado para “perder audiências”

Bruno Nogueira regressou esta segunda-feira aos diretos no Instagram. Com a promessa de um horário mais adequado aos dias laborais, “Como é que o Bicho Mexe” vai contar com uma presença importante em tempos de pandemia.

Bruno Nogueira tinha prometido que “Como é Que o Bicho Mexe” não voltava, mas não cumpriu. Para alegria de milhares de portugueses, novamente confinados, o humorista regressou esta segunda-feira, 18 de janeiro, aos diretos no Instagram, com a nova vaga de “Como é Que o Bicho Mexe”. E, para satisfazer os pedidos de muitos seguidores, o humorista vai, durante os dias da semana, antecipar o horário do início do direto para as 22h.

Esta terça-feira, 19, já no novo horário, Bruno Nogueira vai receber uma das vozes mais ativas durante a pandemia COVID-19, o médico intensivista Gustavo Carona. A revelação foi feita pelo profissional de saúde nas redes sociais com a partilha da troca de mensagens com Bruno Nogueira.

Gustavo Carona Bruno Nogueira
Gustavo Carona mostrou troca de mensagens com Bruno Nogueiracréditos: Instagram

 

 

Médico intensivista do Hospital Pedro Hispano e membro da organização Médicos Sem Fronteiras, Gustavo Carona tem sido uma voz ativa nas redes sociais, atacando ferozmente os negacionistas da pandemia e alertando os seguidores em relação aos perigos da relativização da COVID-19. E, já em outubro, num vídeo que se tornou viral, o médico falava em “medicina de catástrofe”.

“Estamos a começar a falar de triagem em medicina de catástrofe. Isto significa fazer o máximo pelo maior número de pessoas. Isto é bonito e é lógico. Temos de pensar assim. Mas tem outra mensagem: estamos a dizer que não vamos conseguir fazer tudo. Estamos a querer dizer que há pessoas que vão morrer, que não precisavam de morrer.”

Recorde aqui o vídeo

Em dezembro passado, Gustavo Carona revelou que sofreu um burnout e que esteve um mês afastado do trabalho. “Percebi o que me estava a acontecer quando os dias bons passaram a ser piores que os dias maus. Percebi que não dava para fingir mais, quando já rigorosamente nada me tirava a vontade de chorar. Passei do não saber o que era ansiedade para ter ansiedade de manhã à noite. Quando percebi que toda a agente me irritava, percebi que o problema era eu. Sabia que o trabalho me estava a fazer mal, e no entanto, só no trabalho me sentia menos mal. Atraído pelo meu abismo, prometi a mim mesmo que não quebrava, e quebrei”, revelou na altura.

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