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“Engasga-te e morre”. Margarida Corceiro recebe ameaças de morte e expõe mensagens nas redes sociais

A atriz de 23 anos recorreu ao seu Instagram para expor as ameaças que tem recebido de uma seguidora, assim como os nomes desagradáveis que a mesma lhe chamou. Saiba tudo.

Margarida Corceiro chegou ao seu limite no que toca às ameaças que tem recebido ao longo dos anos. Foi durante a noite de domingo, 1 de fevereiro, que a atriz, modelo e influenciadora portuguesa de 23 anos denunciou nas suas redes sociais as ameaças de morte que tem vindo a receber de uma seguidora, deixando claro que não vai mais deixar passar em branco estas questões de assédio na internet e, pior, todas as intimidações que tem recebido.

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No story, Margarida Corceiro deixou um vídeo de um exemplo das mensagens que tem recebido, e todas elas vindas da mesma seguidora. As notificações aparecem desde o dia 13 de setembro de 2025, e desde aí que a conta nunca mais parou de ameaçar a atriz, sendo que a última mensagem foi enviada na passada quarta-feira, 28 de janeiro. Todas as mensagens foram enviadas em, ao que tudo indica, búlgaro, sendo que algumas são mesmo a chamar nomes bastante desagradáveis a Margarida Corceiro.

“Acho que já está na hora de deixar de normalizar ameaças de morte no online”, começou por escrever. “Isto passa a linha, e eu não vou ficar calada sobre este assunto”, acrescentou, deixando depois um outro story sobre as ameaças correntes que recebe.

O ódio online, o assédio e as ameaças de morte não são ‘parte da internet’. São formas graves de abuso e comportamento criminoso. Nenhuma forma de assédio é aceitável, e ameaças e intimidação, em particular, ultrapassam todos os limites. Não vou continuar a normalizar este comportamento”, rematou.

No vídeo que Margarida Corceiro deixou sobre as ameaças, a atriz ainda deixou uma mensagem à mulher da conta que a ameaçou, deixando claro que, para ela o estar a fazer, era porque não estava bem consigo própria. A conta respondeu no mesmo dia, afirmando ter sido hackeada por alguém, e jurando que nunca teria dito tais coisas como “puta”, “engasga-te e morre”, “espero que caias e morras”, “afoga-te”, “desgraçada” ou “por mais que te maquilhes, nunca vais melhorar”.

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