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Morreu um dos gatos de Helena Coelho. “Vou amá-lo muito, mesmo depois de o perder”

A influenciadora recorreu às redes sociais para falar sobre o assunto, agradecendo todo o apoio que tem recebido nos últimos dias. Entenda.

Helena Coelho, influenciadora portuguesa de 33 anos, deu, na noite de quinta-feira, 20 de novembro, uma notícia devastadora aos seus seguidores: Manny, o gato que adotou há 14 anos, morreu. A empresária já tinha desabafado nas redes sociais na terça-feira, 18, sobre a situação instável em que estava o animal de estimação, sabendo que, eventualmente, Manny não iria conseguir sobreviver, e passados dois dias, o pior acabou mesmo por acontecer.

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“Todos os anos, desde pequena, escrevi o nome dele na minha lista de desejos. Morou comigo quando eu só tinha um quarto, estava comigo quando comprei uma casa. Mudámos de cidade, acompanhou a gravidez e as noites caóticas com uma criança que o adorava. Hoje o meu coração dói, mas está cheio. Eu desejei-o antes de o conhecer e vou amá-lo muito, mesmo depois de o perder”, escreveu Helena Coelho no Instagram.

Além disso, a influenciadora disse também que não iria publicar sobre a morte de Manny, mas, uma vez que o gato “também é um bocadinho” dos seus seguidores, decidiu partilhar a triste notícia. “Obrigada pela preocupação dos últimos dias e pelo carinho de sempre”, acrescentou. Nos comentários, foram várias as caras conhecidas que deixaram uma mensagem de apoio a Helena Coelho, como Rúben Rua, Margarida Corceiro e Mafalda Castro.

Veja as fotos que Helena Coelho publicou.

Na terça-feira, 18 de novembro, Helena Coelho tinha feito uma atualização sobre a saúde de Manny nas redes sociais, onde explicou que não estava preparada para o possível desfecho da sua história com o animal. “O meu gato está a morrer e há quem diga que os animais são só animais, mas quem já foi realmente amado por um sabe a verdade. Eles são capítulos inteiros da nossa história, da nossa vida“, escreveu.

“São a única amizade que não nos abandona, não nos julga, não nos falha. Nós crescemos, mudamos de casa, mudamos de trabalho, cidade, mudamos de pessoas, mas os animais ficam e é por isso que o final da vida deles custa tanto, porque é o fim de uma era também nossa. O meu gato entrou na minha vida quando eu tinha acabado de sair de Viseu para Lisboa. Eu era só uma miúda a tentar deixar a minha vida mais organizada“, acrescentou Helena Coelho, admitindo que mudou “de casa atrás de casa” para conseguir viver com Manny.

“Este gato viu literalmente a minha vida passar à frente (…). O meu gato não é um capítulo, não é uma fase da minha vida, é a história inteira. Quando chega ao fim é como se fechássemos uma nova parte da nossa própria história. Em breve sei que vou ter de me despedir e continuar sem ele e sei que me vai custar como custa a todos nós que temos animais, mas também sei que o amor que lhe dei e que ele me deu me transformou para sempre e que lhe consegui dar uma boa vida”, rematou.

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