No Quénia, José Castelo Branco falou pela primeira vez sobre o processo por violência doméstica com Betty Grafstein. Saiba tudo.
José Castelo Branco quebrou o silêncio sobre o processo por violência doméstica de que é acusado e falou publicamente sobre a relação com Betty Grafstein. Atualmente no Quénia, o socialite português garante estar tranquilo perante o processo judicial e nega ter exercido qualquer tipo de agressão sobre a mulher.
Em declarações ao “Correio da Manhã“, José Castelo Branco admite, ainda assim, a possibilidade de ter magoado Betty Grafstein de forma involuntária. “Peço perdão à Betty se alguma vez lhe fiz mal. Nós sempre vivemos de excessos, éramos almas gémeas, mas a idade dela pode tê-la fragilizado. Nunca achei que havia algo contra a sua vontade, mas se houve, só espero que me perdoe”, afirmou.
O socialite reforça a convicção de que a verdade acabará por ser esclarecida em tribunal e mostra-se confiante num desfecho positivo. Segundo explica, tem optado por manter a distância de Betty Grafstein para evitar qualquer tipo de pressão emocional durante o processo.
“Quando acabar o processo, vou visitar a Betty. Ainda não o fiz para que ela não se sinta pressionada, mas fá-lo-ei quando houver uma sentença”, assegurou, acrescentando que quer que a companheira saiba que nunca a abandonou.
José Castelo Branco esclarece também que só regressará a Portugal quando tal for solicitado pela sua defesa. “Trabalho nos Estados Unidos e vivo do meu salário. Não posso mudar-me para Portugal, mas estarei disponível para depor se a Justiça assim entender“, afirmou.
Aos 63 anos, o socialite admite que os últimos meses foram particularmente difíceis, tanto a nível pessoal como social. “Quando tudo aconteceu fiquei muito mal. Muitos viraram-me as costas, mas reinventei-me. Estou a reconstruir-me”, confessou.
Ainda assim, garante que a reconciliação emocional com Betty Grafstein continua a ser uma prioridade. “Ela tem quase 98 anos e não pode partir sem saber que eu sempre a amei”, concluiu.
