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Telemóvel de filha de Manuel Marques vai ser examinado. Ator tem até ao final do mês para prestar declarações

O exame forense ao telemóvel de Inês Marques pretende analisar a fundo os registos de chamadas, mensagens, vídeos e outro tipo de conteúdos enviados. Entenda a situação.

Dois meses depois de ter sido acusado pela filha mais velha de violência doméstica, o caso que envolve o ator português Manuel Marques parece ainda estar longe de acabar. Agora, sabe-se que Inês, a filha, foi novamente convocada pela polícia, desta vez para um exame ao seu telemóvel que irá acontecer no próximo dia 28 de julho, de forma a tentar perceber se a família do ator tentou contactar a jovem de alguma maneira.

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Ao que tudo indica, segundo o jornal “Correio da Manhã” que cita o site “Dioguinho”, o exame forense pretende analisar a fundo os registos de chamadas, mensagens, vídeos e outro tipo de conteúdos enviados por elementos da família de Manuel Marques ou até Beatriz Barosa, atual companheira do ator e irmã de Luisinha Oliveira, que foi acusada de ter feito várias chamadas para a enteada com “ameaças, críticas e insultos”.

Esta análise irá, assim, servir para comprovar ou desmentir as acusações de violência física e psicológica feitas por Inês Marques ao pai, Manuel Marques. Ana Martins, antiga companheira do ator e mãe da jovem, ficou do lado de Inês, e tem aparecido junto da filha nas instalações da Polícia Judiciária. Manuel Marques terá de se apresentar até ao dia 31 de julho para prestar depoimento, com a acusação a reunir todas as alegadas provas até lá.

Tudo começou no dia 21 de maio, quando Inês recorreu à PSP de Cascais para alertar as autoridades sobre o que tinha acontecido com Manuel Marques, e o motivo da queixa teria que ver com as alegadas mordidas do pai e da pressão psicológica que sofreu nas mãos do ator. Inês terá falado com as autoridades durante várias horas, e foi no dia 19 de junho que voltou à esquadra para testemunhar. A 9 de julho, Inês voltou às instalações, e, dois dias depois, foi a vez da filha mais nova, Elisa, de 9 anos, ser ouvida nas instalações da CPCJ.

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