Crónica. Fui a um casamento sem plástico — e não, os noivos não são hippies
Houve cozido à portuguesa, mas também empadas vegetarianas. Independentemente do prato de eleição, todos bebemos e brindamos (várias vezes) em copos reutilizáveis.
Houve cozido à portuguesa, mas também empadas vegetarianas. Independentemente do prato de eleição, todos bebemos e brindamos (várias vezes) em copos reutilizáveis.
O filme não é perfeito e falha na forma como concretiza a história que pretende contar. Mas o ator é memorável numa personagem que não pede pena, só que sejamos mais tolerantes.
A atriz interpreta Ramona, a líder de um grupo criado para extorquir dinheiro aos ricos de Wall Street. O filme é baseado numa história real.
Não é fácil para ninguém, mas a psicóloga Sara Ferreira dá uma ajuda. Fala em viver o luto e aproveitar o presente.
Bárbara Bandeira e Cristina Ferreira vestiram — literalmente — a causa ambiental. Mas não se deixem enganar camaradas. Nesta luta, a palavra de ordem é marketing.
Não é uma pergunta de resposta fácil, mas a psicóloga Sara Ferreira dá uma ajuda. Nestes casos de violência, (quase) tudo começa na infância
Não quis prescindir do tempo em família, do sono, das minhas séries para lutar pelo Ambiente. Esta miúda faz isso por mim. Obrigado.
Fala-se em comer as cascas de banana e a cara é de nojo. Cara de vergonha devia ter quem as deita para o chão.
“Querida leitora, há coisas que não se podem comer frio”, responde a psicóloga da MAGG, Sara Ferreira. “E o amor é uma delas.”
Não vale a pena ser extremista. Mais vale que 20 pessoas deixem de usar a garrafa de plástico diariamente do que uma se torne zero waste.
Foi a pergunta desta semana de uma leitora. Infelizmente, a família é um dos palcos mais comuns nos quais se desenrolam as relações tóxicas.
Sacos de rede, sacos de pano, equilibrar as compras nos braços ou meter curgetes na carteira. Vale tudo, menos levar plástico para casa.
Um leitor perguntou, a psicóloga Sara Ferreira responde. Para começar, é preciso interromper o fluxo de pensamentos ansiosos.
Uma leitora pede ajuda à psicóloga Sara Ferreira para lidar com as dores de crescimento. “Crescer dói. Mas faz tão bem”, responde.
Para a psicóloga, a resposta: “Não estou preparado para me comprometer”, só é desculpável até aos 25 anos.
A psicóloga Sara Ferreira responde a esta questão colocada por uma leitora.
A cronista Ana Teresa Santos é uma millennial que não percebe os que se recusam a trabalhar para viver à conta do Estado.
“Para compreender melhor os conflitos que estão a decorrer, é interessante também perceber como funciona a família dele”, diz a psicóloga.
Foi a pergunta colocada por uma leitora esta semana. A psicóloga Sara Ferreira responde de forma frontal e verdadeira.
Houve sol, praia e preocupações ambientais. Mas também houve filas e falta de avisos. Aqui fica o balanço do regresso do SBSR ao Meco.
“Somos uma geração consciente, cautelosa e acima de tudo escaldada”, escreve a millennial Ana Teresa Santos. Leia a crónica.
Num mundo cada vez mais depressivo, a desinformação também aumentou. Como perceber se precisa mesmo de ajuda? A psicóloga Sara explica.
A cronista Ana Teresa Santos decidiu que quer ter casa própria. E percebeu que esta vai ser a luta de uma vida.
Foi a pergunta de uma leitora à psicóloga Sara. Descubra a diferença entre “baby blues” e depressão pós-parto — e saiba como agir.