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De Fernando Pessoa a Adília Lopes. 14 obras de poesia portuguesa para ler em 2025

Entre as sugestões, onde vai encontrar algumas das obras de Adília Lopes, estão clássicos da poesia portuguesa, como Fernando Pessoa, e os nomes da nova geração, como Matilde Campilho. Espreite as sugestões.

A poetisa Maria José de Oliveira, conhecida pelo seu pseudónimo Adília Lopes, morreu no final da tarde da passada segunda-feira, 30 de dezembro, no Hospital de São José, em Lisboa. Reconhecida no mundo da literatura pelas suas obras melancólicas com toque de humor e ironia, segundo a RTP, a escritora já se encontrava internada na unidade hospitalar há algum tempo, e morreu aos 64 anos, vítima de doença prolongada.

Ao longo de 40 anos de carreira, Adília Lopes foi ganhando destaque em Portugal pela sua irreverência, e chegou a conquistar público em Espanha e no Brasil, onde ainda hoje se fazem estudos sobre a sua poesia, de acordo com o “Público“. A poetisa, que escreveu obras como “Estar em Casa”, “Dias e Dias”, “Choupos” e, mais recentemente “Dobra”, fica na história da poesia portuguesa como uma das suas “mais originais e inconfundíveis vozes”, como expressou a ministra da Cultura, Dalila Rodrigues, tendo dado uma visão completamente “alternativa do que é a poesia”, acrescentou o presidente da República, ambos citados pelo “Observador“.

A MAGG foi à procura de obras de poesia portuguesa e, entre as sugestões, onde também vai encontrar algumas das obras de Adília Lopes, estão clássicos da poesia portuguesa, como Fernando Pessoa e Florbela Espanca, e os nomes da nova geração, como Matilde Campilho.

Espreite as sugestões.

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