É 2016 outra vez? As redes sociais dizem que sim e temos 28 peças para quem quer reviver essa era

As redes sociais parecem ter chegado a um consenso improvável: 2026 está a dar vibes fortes de 2016. Perceba porquê.

Se 2026 parece estranhamente familiar, não é coincidência. Nas últimas semanas, o TikTok e Instagram têm sido inundados de vídeos, memes e reflexões que apontam todas na mesma direção: estamos, emocional e esteticamente, a voltar a 2016? A pergunta repete-se em tom de provocação (“2026 é o novo 2016?”) e a resposta, pelo menos online, parece ser um unânime “sim”.

O fenómeno vai muito além da nostalgia gratuita. As redes sociais estão a recuperar referências culturais, estéticas e comportamentais que marcaram a década passada, como os filtros com grão e uma “Tumblr aesthetic”, as vision boards cheias de frases motivacionais e até uma vontade coletiva de regressar a tempos percebidos como mais simples, menos saturados e menos performativos.

Como sempre, a moda acompanha o estado de espírito. Em 2016, vestir era um ato de expressão exagerado, ousado, muitas vezes caótico e exatamente por isso tão marcante, com as celebridades a ditarem grandes tendências cheias de personalidade e as regras serviam mais para ser quebradas do que outra coisa. Agora, uma década depois, muitos desses códigos estão a reaparecer, reinterpretados à luz de 2026.

Entre as tendências que definiram esse ano e que poderão voltar a ganhar protagonismo estão as skinny jeans (pelo menos o modelo cigarette está a voltar) ou as rasgadas, como contraponto aos volumes oversized, os chokers, agora usados com menos rebeldia e mais humor, os tops off-shoulder, que serviam para mostrar a bralette de renda que estivesse por baixo. As opções são infinitas.

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Achava que se ficava por aqui? Desengane-se. A esta panóplia de tendências nostálgicas juntam-se ainda os brincos statement, as botas militares (olá, Dr. Martens), assim como os modelos de cano alto, passando ainda pelos slip dresses (tipo lingerie, vá) e até os bonés, elevados novamente a peça de styling e não como algo meramente funcional.

No fundo, nem tudo precisa de regressar exatamente como era e ninguém está a sugerir uma cópia literal de 2016. Mas há espaço, em 2026, para recuperar o que fazia sentido, como a diversão, a expressividade e a liberdade de experimentar. Apostar em peças-chave que evoquem essa era é uma forma simples de alinhar com o espírito do momento. E nós ajudamos nessa missão.

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