“Pessoas que Conhecemos nas Férias” é o novo filme sensação da Netflix, mas não está a agradar a todos. Saiba tudo

A adaptação do livro de Emily Henry está a fazer furor na plataforma de streaming, mas não está a conquistar todos os internautas. Saiba mais sobre o filme e perceba o porquê.

Já chegou à Netflix o novo filme que vai colocar o público todo a suspirar pelo verão – e pelos seus amores. Baseado no livro “Pessoas que Conhecemos nas Férias”, de Emily Henry, a produção homónima estreou na plataforma de streaming no passado dia 9 de janeiro, e parece ter conquistado todos os subscritores, uma vez que se encontra em primeiro lugar das produções mais vistas. No entanto, pelas reações nas redes sociais, não parece ser bem assim, mas já lá vamos.

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No filme, a narrativa acompanha Poppy Wright (Emily Bader) e Alex Nilsen (Tom Blyth), uma mulher bastante despreocupada e um homem que não deixa nada nem ninguém se intrometer nas suas rotinas. Os dois são melhores amigos há já uma década, depois de se terem conhecido na faculdade, e apesar de viverem em cidades diferentes, as férias de verão são sempre colados um ao outro a viajar. Isto porque fizeram um pacto de passar uma semana de cada verão juntos, tornando-se na dupla imbatível da descoberta do mundo.

Cheios de carimbos nos passaportes, a narrativa alterna assim entre flashbacks do passado de Poppy e Alex e o presente, onde, na realidade, as coisas não estão lá muito favoráveis. Acontece que na última viagem que fizeram juntos, à Toscana, algo de estranho aconteceu, e os dois melhores amigos deixaram de se falar durante dois anos. No entanto, Poppy está agora determinada a reconciliar-se com Alex, e parte numa viagem até Barcelona para estar presente no casamento do irmão mais novo do melhor amigo.

Desta forma, o equilíbrio cuidadoso da amizade entre Poppy e Alex é posto à prova quando começam a questionar aquilo que sempre foi óbvio para toda a gente: será que podem mesmo ser o par romântico perfeito? A verdade é que eles podem não vê-lo, mas toda a gente à sua volta percebeu isso demasiado rápido, e são eles que vão ajudar o espectador a entender o possível romance entre a escritora de viagens e de espírito livre e o nervoso professor.

Espreite as fotos do filme.

Mas parece que, apesar de o filme estar a ter bons números na Netflix, uma vez que está em primeiro no top, os internautas não estão a adorar a narrativa. Isto porque, ao que tudo indica, várias partes importantes do livro foram deixadas de fora, e mesmo alguns pequenos detalhes foram modificados e nada têm que ver com o que Emily Henry escreveu. Isto está a fazer com que muitos sintam que “Pessoas que Conhecemos nas Férias” não é uma adaptação fiel, e sim apenas com algumas cenas baseadas na história.

Uma das maiores mudanças (spoiler alert a partir daqui, para quem não leu o livro nem viu o filme) foi o facto de não terem colocado na produção a parte em que se sabe que Alex fez uma vasectomia, tudo por causa do medo de Poppy de engravidar. “Li o livro há anos e odiei que tenham tirado toda a história de a Poppy não querer filhos e de o Alex fazer uma vasectomia sem que ela tivesse que pedir, era uma parte essencial” é apenas um dos comentários, porque muitos mais foram deixados no X (antigo Twitter) deste género. 

Além disso, outros detalhes importantes foram ignorados, como o facto “de Poppy já não gostar de escrever sobre viagens” ou ainda as mensagens trocadas no Tinder. “As conversas sobre a vasectomia, o engate do Tinder, o reencontro com o Jason, o desejo mútuo de bem-estar. Eles roubaram-nos de tanta coisa que estava no livro que duvido mesmo que o livro seja uma adaptação do livro”, lê-se no X. Assim, muitos internautas assumem que prefeririam que “Pessoas que Conhecemos nas Férias” fosse uma série e não um filme, de forma a homenagear tudo o que se passou na obra.

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