As empresas não devem só formar os estagiários. Têm, sobretudo, de aprender com eles
Fui estagiário durante 2 anos sem ganhar um cêntimo. Ganhei muitas outras coisas. Hoje, quando contrato, não procuro só ensinar, mas também aprender.
Fui estagiário durante 2 anos sem ganhar um cêntimo. Ganhei muitas outras coisas. Hoje, quando contrato, não procuro só ensinar, mas também aprender.
Ao longo da minha vida, passei por dois períodos intensos de praxe, em duas universidades onde esta tradição académica é forte e muitas vezes agressiva e pesada do ponto de vista físico e emocional. E como é que senti isso? E como é que o sinto hoje? E quem tem razão: o meu eu com 18 anos ou o meu eu de hoje?
Não têm idade para votar mas provaram que, mesmo em pleno mês de férias, cumprem com louvores o mais elementar dever de cidadania. O mesmo não se pode dizer da meia dúzia de chalupas que cercou Gouveia e Melo.
O que é que fez de Diogo Faro uma das pessoas mais odiadas do microcosmos tuiteriano-mediático português? Um erro parvo, masculinidade tóxica generalizada e “social media gang spank”.
Elisabete Sousa, fundadora do projeto Heal and Grow, dá-lhe estratégias para organizar o seu dia a dia e melhorar a sua inteligência emocional.
A fila de espera, o burburinho crescente, a saudade e o longo silêncio durante e pós-filme. Uma crónica sobre o regresso aos cinemas que voltaram a abrir esta segunda-feira, 19 de abril, após a interrupção forçada de três meses.
A pandemia da covid-19 é um desafio para o equilíbrio emocional de milhões de pessoas. Elisabete Sousa, fundadora do projeto Heal and Grow, dá-lhe estratégias para gerir a ansiedade.
“All Together Now”, o novo talent show da TVI, peca por excesso. Excesso de luzes, excesso de ruído, excesso de Gisela João. Faltam-lhe dois ingredientes essenciais: mais música e mais Cristina Ferreira.
Após mais uma desistência nesta já caótica edição do “Big Brother”, há lições que podemos tirar da desistência de Rui Pedro. Porque um reality show nunca é só um reality show.
Quem se entusiasmou com o “BB2020” está certamente desiludido com “Big Brother – A Revolução”. Ainda é possível salvar a nova edição do reality show da TVI? Provavelmente.
Ninguém pode ter certezas sobre o que se passa com o concorrente expulso. Os comentários dos psicólogos da TVI são absolutamente irresponsáveis e assentam numa verdade absoluta que não podem ter. E se isto acabar mal?
Uma menina de 10 anos, que engravidou após ter sido violada pelo tio, teve de esperar por uma decisão judicial para que a interrupção voluntária da gravidez fosse autorizada.
Falar sobre as causas que importam é sempre positivo. Mas há casos em que a superficialidade não é proporcional à sua urgência. É que os direitos das mulheres, a sustentabilidade, a quebra de estereótipos em relação ao corpo parecem um crop top: hoje estão na moda, amanhã podem já não estar.
Se há coisa que me irrita é comida deitada ao lixo. Por isso, antes de o fazer, dou por mim, qual Jesus Cristo Superstar, a fazer o milagre da multiplicação.
Em pouco mais de uma semana, a minha filha de 3 anos conseguiu fazer cocó no pé e mandar a casa abaixo por causa da porcaria de um iogurte. Trabalhar assim não é fácil, meus amigos.
O que está em causa não é o assinalar ou não a data, o que está em causa é a forma como isso pode e deve ser feito num momento em que as autoridades me dizem que não me posso ir despedir da minha avó por razões de segurança.
A pandemia fez crescer em nós o sentido de desenrascanço. E nisso, os restaurantes são autênticos MacGyvers.
E, de repente, pusemos todos a mão na massa mãe e até fermento fazemos em casa. Palmas Portugal, agora é só deixar cozer, barrar com manteiga e esperar que o COVID passe.
Estamos todos fartos de teletrabalho, de cozinhar de manhã à noite e de não poder sair de casa. Mas sabem o que é mais cansativo? Os falsos moralismos.
Em tempos de crise, a imaginação é uma arma. Não há pão fresco todos os dias? Faz-se em casa. Só há uma lata de grão? Chega. Com ela fiz hambúrgueres, manteiga, omeletes e panquecas. Já vos conto tudo.
De nada vale comprar a granel, se enchemos a despensa de grão sem deixar nada para o outro. E os saquinhos de pano? Temos é que levar comida ao velhote que vive sozinho no sexto andar. Seja embalada em plástico ou não
A única forma de sairmos daqui vivos e saudáveis é se a banca e o governo encontrarem forma de adiarem o pagamento de prestações de crédito e as grandes empresas perdoarem o pagamento de serviços de primeira necessidade.
Tão importante como sensibilizar a população para a necessidade de ficar em casa, é informar os gerentes de pequenas empresas das soluções que terão ao seu dispor para os ajudar, para que sintam confiança para fecharem portas.
Vendi secadores e varinhas mágicas, doei roupa e comprei coisas em segunda mão. Vamos só esquecer a quantidade de plástico que uma empresa de mudanças usa para envolver a mobília, ok?