Editorial. Ninguém tem uma “agenda” contra os professores
Um aluno foi alegadamente agredido numa escola em Alvalade. Nas redes sociais, assistiu-se à união de uma classe que se diz desprotegida e desrespeitada.
Um aluno foi alegadamente agredido numa escola em Alvalade. Nas redes sociais, assistiu-se à união de uma classe que se diz desprotegida e desrespeitada.
Toda a gente está a ver “Casados à Primeira Vista” mas ninguém quer admitir. Fica melhor chamar-lhe “a podridão da televisão portuguesa” e falar antes de “Big Bang Theory”.
“Namoras, é verdade, mas já nem um filho lhe podes dar. Nem a ele, nem a homem nenhum. Infelizmente já estás velha”, disse uma seguidora a uma influenciadora digital. A sério?
Os alunos continuam a passar meses sem professores, a comunicação com os pais é anedótica e para tudo o que corre mal não há culpados. E ninguém quer saber.
Um professor pode ser o melhor do mundo, mas se não tiver habilitações para dar aulas, não pode ser professor. Um médico a mesma coisa. A lei vale para tudo menos para a bola.
Os primeiros 15 minutos de “Unbelievable” deviam ser obrigatórios — talvez assim fosse possível começar a mudar mentalidades.
Esta semana, a MAGG lançou a 1.ª crónica relacionada com sustentabilidade. Preparem-se: a Marta vai mudar a vossa vida como mudou a minha.
A nossa jornalista recebeu vários insultos nas redes sociais. Irónico, não é verdade?
Acusam-no de ser vaidoso e de não ter nada na cabeça. E acusam-nos de explorar o tema. Será que não faz sentido falar no lado negro do fit?
A discriminação por orientação sexual é uma gota num oceano escolar doente. O que está a ser feito para resolver casos graves mais graves?
Desacatos, discussões, filas intermináveis e jerricãs na mala do carro. Transformámo-nos em animais e a greve dos motoristas nem começou.
O texto está mal escrito? Foi o estagiário. O tema não é interessante? Foi o estagiário. Quando é que arranjamos outra piada?
Onde vai parar o caso Team Strada? Como é que os pais destes miúdos nunca viram estas coisas? E agora o que vão fazer?
Fingimos que o assunto não existe, mas os números são assustadores — e as mortes acontecem cada vez mais cedo. Sam tinha apenas 14 anos.
O mundo divide-se em dois: os que pensam demais e os que não pensam em coisa nenhuma. Deixem-me ser feliz no primeiro grupo, por favor.
O namorado é infiel, mas as outras é que estão com “fome”. Assim é a nova canção da artista, “Larga-me Essas”.
Já não há gente feia, nem gorda, não há homens, nem mulheres. E ai de quem diga o contrário.
Os poucos caixotes do lixo com cinzeiros são um perigo para quem não apaga (mesmo) bem a beata. Aceito as multas — se me derem condições.
O rei foi top esta semana, passou a perna aos jornalistas. Lol. Lolz. Lolada. Emojis. Bem, vamos a uma lição do que é o jornalismo, David?
Sofri de bullying na infância e ninguém fez nada. Durante anos, acreditei que não valia nada. 21 anos depois, está tudo igual no ensino.
Os partidos querem eleger eurodeputados, ponto. E para isso vale tudo menos discutir a Europa. Até porque isso aborrece as pessoas.
Sara escreveu um texto a perguntar se se pôs a jeito na noite em que foi violada. Os comentários deixados por mulheres foram aterradores.
Há dias em que liderar uma equipa é uma chatice. Mas exigir horas extra ou gritar é apenas uma solução a curto prazo — e com consequências.
Não houve orgias nem sexo com Ana Zanatti, mas o que é que interessa? João André conseguiu um vídeo viral e o “Correio da Manhã” cliques.