O que é que se come na Geórgia? É o que já pode descobrir no novo restaurante bistrô de Lisboa

O novo espaço leva-nos a viajar para a Geórgia numa refeição que não tem inicio, mas tem fim. As entradas e principais são para partilhar ao mesmo tempo e para comer sem esquecer de deixar espaço para a rosquinha georgiana.

Há um novo restaurante bistrô em Lisboa dedicado à gastronomia da Geórgia, o Nadi!, de portas abertas ao público desde 11 de julho. O primeiro restaurante de comida georgiana a abrir em Lisboa foi o #TREESTORY, cujos fundadores estendem agora a oferta para o novo conceito de bistrô, isto é, um espaço despretensioso e pensado para refeições de partilha.

Aliás, partilhar faz mesmo parte da essência da palavra que dá nome restaurante, que antigamente era usada como um convite para começar a pausa do almoço, em especial pelos trabalhadores agrícolas que se juntavam para partilhar uma espécie de piquenique.

É assim que vão ser as mesas do Nadi!, de partilha, e com comida que chega rápido, mas não é para comer num ápice. Tire o seu tempo para perceber a que sabe a Geórgia, cujos nomes de pratos podem ser difíceis de pronunciar, mas como de boca cheia não se deve falar, tudo o que interessa é o sabor. 

Numa visita é incontornável pedir a brusqueta de cereja e queijo (7€), os khinkali, lendários bolinhos georgianos, nas versões de carne de vaca ou cogumelos (desde 7€), o khachapuri penovari espinafres, uma massa folhada com queijo e espinafres (7€) e, para algo mais sofisticado, um risotto da Geórgia, chamado shilaplavi, com borrego, estragão, vinho branco e queijo (14€).

Para sobremesa, a gastronomia georgiana adoça a refeição com tbilisuri bliti, uma rosquinha georgiana com creme de natas no interior (4€) e kokhi, um creme branco, com cookies de nozes e molho de mirtilo (4€).

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