“Springsteen: Deliver Me from Nowhere” promete apresentar um retrato íntimo da história familiar do cantor enquanto este produzia o álbum, assim como da intensidade emocional que foi necessária.
Já chegou à Disney+ mais um filme biográfico que vai arrebatar com os corações de todos os fãs de música – especialmente de quem é apaixonado por Bruce Springsteen. “Springsteen: Deliver Me from Nowhere”, a produção que conta uma pequena história das tantas que o cantor de 76 anos viveu, foi lançado na plataforma de streaming esta sexta-feira, 23 de janeiro, e entre desafios enfrentados por um jovem músico e lições de vida inquietantes, o filme promete ser imperdível para todos os espectadores que gostam de uma boa e honesta narrativa.
Aqui, a história está centrada num jovem músico a enfrentar momentos em que “o silêncio começa a fazer demasiado barulho”, como se lê na sinopse, sendo que esse jovem é nada mais nada menos que o talentoso Bruce Springsteen (interpretado por Jeremy Allen White).
O objetivo é mostrar como foi criado o álbum “Nebraska” do cantor norte-americano, o seu sexto álbum de estúdio lançado em setembro de 1982, e o porquê de este ter sido o disco que marcou um dos momentos mais decisivos na sua carreira.
Isto porque o álbum foi gravado num gravador de quatro pistas apenas e só no quarto de Bruce Springsteen, em Nova Jérsia, sendo retratado não só como “uma das obras mais marcantes da sua vida” como um projeto “acústico cru e assombrado”.
Assim, “Springsteen: Deliver Me from Nowhere” promete apresentar um retrato íntimo da história familiar do cantor enquanto este produzia o álbum, assim como da intensidade emocional que foi precisa para o momento que viria, mais tarde, a definir a sua obra.
Do elenco também fazem parte nomes como Odessa Young, Jeremy Strong, Stephen Graham, Johnny Cannizzaro, Paul Walter Hauser, Gaby Hoffmann e Grace Gummer.
E se precisava de mais incentivos para ver o filme, fica aqui outro: Jeremy Allen White desempenhou tão bem o papel que conseguiu ser nomeado para o prémio de Melhor Ator em Filme de Drama nos Globos de Ouro (tendo perdido para o “Marty Supreme” de Timothée Chalamet), pelo que há mesmo a certeza de que o filme é digno de uma boa sessão de cinema – e agora feita em casa.
