Pantene, Nestlé e Danone testam embalagens reutilizáveis

As grandes marcas uniram-se para criar embalagens reutilizáveis. O cliente encomenda online, usa e devolve o frasco para voltar a encher.

A preocupação em criar um mundo mais sustentável já chegou às grandes marcas. As últimas notícias dão conta de que a Nestlé já decidiu acabar com as palhinhas, a Samsung vai passar a ter embalagens reutilizáveis e até a Carlsberg vai colar os packs de cerveja em lata para reduzir o volume de plástico no embalamento.

Agora, todas essas marcas com preocupações ambientais podem juntar forças numa só plataforma, a Loop, criada pela Terra Cycle, empresa de reciclagem norte-americana, que tem como objetivo evitar o desperdício na sua origem.

É por isso que, ainda que admitam a importância da reciclagem, trabalhem junto das marcas para que o movimento lixo zero seja implementado logo na produção.

Até o chocolate da Milka passa a ser vendido em latas reutilizáveis

Marcas como a Pantene, Procter & Gamble, Nestlé, PepsiCo e Unilever vão passar a apresentar os seus produtos em embalagens reutilizáveis, feitas em aço inoxidável, de maneira a serem reutlizadas até 100 vezes.

Estes produtos vão estar à venda na plataforma online Loop e o consumidor, se quiser fazer parte deste projeto sustentável, depois de ver a embalagem acabar, guarda-a e assim que achar conveniente solicita a um motorista que faça a recolha. Basicamente, vai ser possível encomendar online gelados da Häagen Dazs, champôs da Pantene, garrafas de Coca-Cola e chocolate Milka em embalagens reutilizáveis, que regressam sempre à origem para serem reabastecidos e vendidos novamente.

Para a primeira encomenda, o cliente paga um depósito reembolsável — 0,25€ por uma garrafa de 200 ml de Coca-Cola, por exemplo —  e recebe os produtos num saco reutilizável. Quando os produtos acabam, os clientes colocam as embalagens vazias no saco e combinam uma hora para que o mesmo seja recolhido pelo serviço.

Ainda que não haja ainda data para que o sistema seja testado em Portugal, sabe-se já que os primeiros projetos-piloto serão lançados já em maio em Paris e em Nova Iorque. Segue-se um programa no Reino Unido, ainda em 2019, e, no ano seguinte, Toronto, Tóquio e Califórnia.

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