Agência espacial japonesa obtém amostra recolhida em asteróide extraterrestre. É a segunda da história
E talvez a maior de sempre, caso a estimativa de peso venha a confirmar-se. Composto recolhido consiste em rochas, poeiras e gás.
E talvez a maior de sempre, caso a estimativa de peso venha a confirmar-se. Composto recolhido consiste em rochas, poeiras e gás.
A sonda OSIRIS-Rex recolheu uma quantidade de amostras do asteroide Bennu muito superior àquela que a NASA esperava, fazendo com que algum do material recolhido “escapasse” para o Espaço.
Os engenheiros e cientistas da NASA vão agora recorrer a um conjunto de técnicas para determinar se a quantidade recolhida pela OSIRIS-REx é suficiente. Caso contrário, a sonda vai tentar uma nova manobra a 12 de janeiro de 2021, desta vez numa zona diferente chamada Osprey, que se supõe que contenha materiais ricos em carbono.
Os peritos da NASA admitem que o “asteroide” recentemente descoberto em rota de aproximação à Terra poderá ser apenas o que resta de um foguetão lançado há 54 anos, numa missão falhada à Lua.
A NASA prevê que o “rochedo” passe pelo planeta na véspera das eleições presidenciais dos Estados Unidos no dia 2 de novembro.
O asteroide que toma o nome 2020 QG só conseguiu ser detetado seis horas depois da sua passagem pela Terra. Os investigadores da NASA estimam que o fenómeno tenha sido um dos “voos” mais rasantes alguma vez registados. Embora tenha passado bem perto do nosso planeta, o asteroide não constituiria grande perigo para a Humanidade.
A sonda está agora a caminho da Terra e, se tudo correr como planeado, lançará uma cápsula com as informações recolhidas, a qual aterrará na Austrália.
De acordo com a NASA, os corpos celestes passaram a seis milhões de quilómetros da Terra, algo que caracterizou como “perto”.
Já passou algum tempo desde que a missão coordenada pela ESA teve lugar, mas os dados e as imagens continuam a revelar novas descobertas.
A hipótese do asteroide 2006 QV89 atingir a terra chegou a estar nas notícias que referiam uma probabilidade de impacto de 1 em 7000.
Não faltam alertas de asteroides a cruzar a Terra com possibilidade de entrarem na atmosfera, mas nem sempre as ameaças são reais. A ESA mantém uma lista dos mais perigosos.
Maior que o Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, o 2002 AJ129 vai chegar perto do nosso planeta a 4 de fevereiro. Apesar de classificado como “potencialmente perigoso”, não tem grande risco. Pelo menos, durante os próximos 100 anos.
Batizada de 3200 Phaeton, a rocha espacial tem cinco quilómetros de diâmetro e vai passar a “apenas” 10 milhões de quilómetros do planeta azul já no próximo dia 16 de dezembro.