TripWonder é a nova plataforma de viagens que desenha um itinerário personalizado e com os melhores sítios da cidade de Lisboa. Saiba como funciona.
Quantas vezes sentiu que ao viajar para uma cidade diferente se manteve sempre pelos pontos turísticos, sem nunca realmente conhecer a cidade e os locais? O aumento do turismo, principalmente em Lisboa, faz com que seja cada vez mais difícil os visitantes terem uma experiência autêntica na cidade e foi para combater este problema que nasceu a TripWonder.
A nova plataforma de viagens tem como objetivo ajudar os visitantes a fugir das multidões de turistas e a descobrir as melhores atrações, os lugares mais escondidos, e os melhores restaurantes da cidade.
A começar pela capital portuguesa, a TripWonder já conta com cerca de 30 lisboetas dispostos a desvendar todos os segredos da cidade. São chamados “locals” (pessoas locais) e, através de um itinerário feito por quem melhor conhece Lisboa, são estes quem ajudam a garantir que o viajante tem uma experiência personalizada e genuína.
“A TripWonder acredita no desenvolvimento de uma comunidade que valoriza melhores experiências no que toca a viagens. Esperamos consegui-lo através do match entre locals e viajantes e a partilha de informação. Queremos promover a paixão por novas vivências através da nossa plataforma”, explica Neo Ong, o CEO da TripWonder.
Como é que funciona? Basta o “Traveler” entrar no site, preencher o formulário, indicar o destino e a duração da viagem, assim como as categorias de interesse (cultura, desporto, restaurantes, espaços LGBT, entre outras). Depois deste primeiro passo, cabe ao local, selecionado previamente pelo “Traveler”, desenhar o itinerário mais apropriado para a estadia.
Por enquanto, a TripWonder funciona apenas por Lisboa, mas o objetivo é fazer crescer a plataforma para novas regiões e países.
“A escolha pareceu-nos natural porque além de Lisboa ser, ao longo dos últimos anos, um dos top destinos turísticos, a cidade oferece o ecossistema perfeito para qualquer startup digital começar e crescer”, explica Neo Ong.