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Tito Elbling organiza viagens de grupo que vão da selva às montanhas (e estas ainda têm vagas)

No fundo, viaja, mas sem as dores de cabeça inerentes ao planeamento. Deixe as reservas a cargo de outra pessoa, bem como a escolha do itinerário.

Sente que está na hora de fazer uma viagem maior, pensada ao detalhe e que, possivelmente, até lhe mude a vida, mas não está para a planear? A MAGG sugere-lhe algumas propostas onde a única coisa que tem de fazer é aparecer com o passaporte e boa disposição.

São esses os dois únicos requisitos do tour leader Tito Elbling, que, depois de passar “mais de 25 anos ligado ao mundo do espetáculo e da diversão noturna”, mudou para o setor de turismo — e tudo começou com uma brincadeira entre amigos, em finais de 2016.

“Vou passar um fim de semana a Paris. Alguém quer ir comigo?”, lançou, sem qualquer expetativa. “No espaço de 24 horas, tinha mais de 20 pessoas a quererem ir viajar. Acabámos por ir num grupo de 16″, conta à MAGG. “O projeto nasceu quase como uma experiência. Na altura, nem foi com o objetivo de se tornar a minha vida profissional”, continua.

“O meu conceito começou com amigos, que trouxeram amigos. Ficou algo muito familiar e intimista”, disse-nos. Numa fase inicial, organizava “pequenas viagens, de três ou quatro dias, por cidades europeias”, como Dublin, Amesterdão ou Londres. “No final de 2017, percebi que podia ganhar dinheiro com isto e fazer disto vida”, contou.

Foi nessa fase que formalizou parcerias com quatro agências de viagem, que “dão suporte logístico e burocrático”. Atualmente, faz “uma viagem por mês, num destino diferente pelo Mundo”, como Peru, Guatemala, Índia, Quirguistão e Uzbequistão.

As viagens que planeia são, segundo Tito, “quase chave na mão”. “São viagens muito divertidas, maioritariamente em hotéis com conforto e segurança”, que têm um limite mínimo de 10 pessoas e máximo de 20. “A grande dificuldade que tive foi: como manter isto de forma familiar?”, admite.

Tito queria continuar a conhecer todos os clientes que viajassem consigo e a terminar estas experiências com novos amigos. Quem viaja com este tour leader pode ter entre 18 a 80 anos (ou mais, se a mobilidade assim o permitir). “O acompanhamento começa e termina no aeroporto de Lisboa”, assegura.

O programa de cada viagem é desenhado em conjunto com o operador local e tanto pode passar por “andar no meio de uma selva” como por “subir uma montanha”. “Não é tanto para quem procura descansar numa praia, embora também tenha essa oferta”, esclarece.

Entre 9 e 18 de março vai existir uma viagem de grupo à Coreia do Sul, que passará por Seul, Andong, Gyeongju e Busan e que oferecerá uma tour pela história coreana, com refeições em restaurantes locais e visita a templos. De 17 a 26 de maio será a vez do Nepal.

Neste país, poderá visitar Katmandu, Chitwan, Pokhara, Sarangkot e Nagarkot, ver algumas das montanhas mais altas do mundo, observar vida selvagem, fazer um safari em jipe e até um passeio de canoa. De 24 de julho a 5 de agosto, rumam à Malásia e a Singapura.

Nestes dois países, passarão por sítios como Kuala Lumpur, Cameron Highlands, Malaca e Langkawi, conhecendo jardins, mesquitas, fazendas, museus, cavernas e palácios. Caso esteja interessado numa destas viagens (ou noutra qualquer), deve entrar em contacto com Tito Elbing através das redes sociais ou do WhatsApp (+351 910 756 690).

Os lugares são limitados. “A maioria das pessoas que viajam comigo são mulheres, talvez por serem mais aventureiras e terem mais disponibilidade para o conhecimento. Também tenho casais, mas é raro ir um homem sozinho”, revela à MAGG.

“Em setembro vai começar a segunda parte do projeto, com viagens acompanhadas por tour leaders que são meus parceiros, em destinos em que já estive e conheço bem”, disse-nos este tour leader, na véspera de uma viagem para a Guatemala e para as Honduras.

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